Cantar a Pele de Lontra IV

"Só o raro me interessa, na era da banalidade"

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

À BEIRA-PELE

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Acende a noite de palavras Paula Tavares I Meia-lua para iniciar um poema; letra v entre ...
sexta-feira, 14 de outubro de 2016

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Lobos? São muitos. Mas tu podes ainda A palavra na língua Aquietá-los. Mortos? O mundo. Mas podes acord...

FIGURA DE DANÇA

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Flamingo   olho-de-flamingo algo que nasce dos pés em direção ao vermelho: uma escrita-labareda tecida ...
quarta-feira, 14 de setembro de 2016

CURSO DE PROSA CRIATIVA VIA INTERNET

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A Oficina de Prosa Criativa é um curso teórico e prático de criação literária realizado à distância, via Skype, m...
quinta-feira, 1 de setembro de 2016

ANTIMÍDIA V

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Contra a entranha —   multiplica o medo   no borrão desfigurado; unhas enegrecidas,   maxilares arranc...
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ANTIMÍDIA IV

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desentranha. voz que vem da carne; adensamento da voz que recusa ser centaura. desmultiplicada, limítrofe da afas...

ANTIMÍDIA III

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Voici le temps des assassins Rimbaud Qual é a palavra mais terrível para definir   essa fragilidade, essa corrosão? Em q...
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ANTIMÍDIA II

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Fundo escuro   esta rua de infernais   fungos-de-papiro   onde se espraiam corpos deformados   — Anúbis enf...
quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O DIA EM QUE A DEMOCRACIA MORREU NO BRASIL

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Hoje, dia 31 de agosto de 2016, a democracia brasileira foi revogada, num golpe de estado comandado pela grande mídia, por um judiciário p...

RECITAL DA CAIXA PRETA

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No Recital da Caixa Preta, que acontecerá no dia 09 de setembro, a partir das 18h, na Casa Guilherme de Almeida, haverá lançamentos d...
terça-feira, 9 de agosto de 2016

ANTICANÇÃO -- SEGUNDA VERSÃO

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ANTICANÇÃO Hora vermelha, de garras; hora da gárgula; hora do grito. Percorre linhas   das mãos, tor...
quinta-feira, 28 de julho de 2016

ANTICANÇÃO

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Hora vermelha, de garras; hora da gárgula; hora do grito; hora da gárgula; hora do grito. Hora ve...
2 comentários:
sexta-feira, 22 de julho de 2016

POEMAS DE OLIVÉRIO GIRONDO

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REBELIÃO DE VOCÁBULOS De repente, sem motivo: grasnido, palaciano, carrancudo, micróbio, padre-nosso, vitupério, seguidos...
domingo, 17 de julho de 2016

POEMAS DE PAULA TAVARES

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RAPARIGA Cresce comigo o boi com que me vão trocar Amarraram-me já às costas, a tábua Eylekessa ...

POEMAS DE MARIA ALEXANDRE DÁSKALOS

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  1º. POEMA Nasceu em  mim uma fonte nada sabia dessa água até encontrar as margens desta escrita que quis fosse ...
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Claudio Daniel
Claudio Daniel é poeta, romancista, crítico literário e professor de literatura. Nasceu em 1962, na cidade de São Paulo (SP). Cursou o mestrado e o doutorado em Literatura Portuguesa na Universidade de São Paulo (USP). Realizou o pós-doutoramento em Teoria Literária pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É praticante de artes marciais japonesas -- Kenjutsu (a arte da espada samurai), Bojutsu (a arte do bastão longo) e Karatê.Foi diretor adjunto da Casa das Rosas, Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, curador de Literatura no Centro Cultural São Paulo e colunista da revista CULT. Atualmente, Claudio Daniel é editor da revista impressa GROU Cultura e Arte e ministra aulas online de criação literária no Laboratório de Criação Poética. Publicou diversos livros de poesia, ensaio e ficção, entre eles Cadernos bestiais: breviário da tragédia brasileira, Portão 7, Marabô Obatalá, Sete olhos e outros poemas e Dialeto açafrão (sob a lua de Gaza), todos de poesia, o livro de contos Romanceiro de Dona Virgo e os romances Mojubá e A casa das encantadas.
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