POR CENSURA POLÍTICA IMPOSTA PELA EMPRESA PRIVADA POIÉSIS, que administra a Casa das Rosas e a Casa Guilherme de Almeida, em São Paulo, não poderei mais realizar atividades culturais nesses espaços. por ter uma posição contrária ao desgoverno do fuhrer Geraldo Alckmin, ao P$DB e ao golpe de estado no Brasil. Para mim, é uma honra ser censurado, senhor diretor Marcelo Tápia -- poeta medíocre cuja obra, para ser ruim, ainda precisa melhorar muito. Poderei apresentar em minha biografia o fato de não ter ficado calado durante a nova ditadura que você, como um cãozinho amestrado, servilmente bajula e apoia, em troca de alguns ossos. Estarei em paz com a minha consciência, minha família e minha história de vida, e você?
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
TEMPOS SOMBRIOS NA CASA DAS ROSAS
POR CENSURA POLÍTICA IMPOSTA PELA EMPRESA PRIVADA POIÉSIS, que administra a Casa das Rosas e a Casa Guilherme de Almeida, em São Paulo, não poderei mais realizar atividades culturais nesses espaços. por ter uma posição contrária ao desgoverno do fuhrer Geraldo Alckmin, ao P$DB e ao golpe de estado no Brasil. Para mim, é uma honra ser censurado, senhor diretor Marcelo Tápia -- poeta medíocre cuja obra, para ser ruim, ainda precisa melhorar muito. Poderei apresentar em minha biografia o fato de não ter ficado calado durante a nova ditadura que você, como um cãozinho amestrado, servilmente bajula e apoia, em troca de alguns ossos. Estarei em paz com a minha consciência, minha família e minha história de vida, e você?
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
UM POEMA DE AGOSTINHO NETO
O CAMINHO DAS ESTRELAS
Seguindo
o caminho
das estrelas
pela
curva ágil do pescoço da gazela
sobre a
onda sobre a nuvem
com as
asas primaveris da amizade
Simples
nota musical
Indispensável
átomo da harmonia
partícula
germe
cor
na combinação
múltipla do humano
Preciso e
inevitável
como o
inevitável passado escrevo
através
das consciências
como o
presente
Não
abstracto
incolor
entre
ideias sem cor
sem ritmo
entre
as arritmias do irreal
inodoro
entre
as selvas desaromatizadas
de
troncos sem raiz
Mas
concreto
vestido
do verde
do cheiro
novo das florestas depois da chuva
da seiva
do raio do trovão
as mãos
amparando a germinação do riso
sobre os
campos da esperança
A
liberdade nos olhos
o som nos
ouvidos,
das
mãos ávidas sobre a pele do tambor
num
acelerado e claro ritmo
de Zaires
Calaáris montanhas luz
vermelha
de fogueiras infinitas nos capinzais
violentados
harmonia
espiritual de vozes tam-tam
num ritmo
claro de África
Assim
o
caminho das estrelas
pela
curva ágil do pescoço da gazela
para a
harmonia do mundo.
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
ZUNÁI, REVISTA DE POESIA & DEBATES
AGOSTO / 2018
Entrevista com Ademir
Assunção
Traduções: Wallace Stevens, R. H. Blyth, Cecília Vicuña, Joan Navarro, Charles
Bukovski, Maya Angalou,
Poemas: Adolfo Montejo Navas (Espanha),
Albano Martins (Portugal), Charles Perrone (EUA), Eduardo Espina (Uruguai), Fernando
José Karl, Sávio de Araújo, Rosana Piccolo,
Renan Porto
Prosa de Claudio
Rodrigues
Galeria: telas de Alex
Flemming
Especiais: Da
VideoPoesia, ensaio-depoimento de E. M. de Melo e Castro
A poesia como performance, por
Fernando Aguiar
Ensaios:
Opinião:
CADERNOS DA PALESTINA
Zunái, Revista de Poesia & Debates, www. zunai.com.br
Preço: Inconcebível. Inefável.
Onde encontrar: no ciberespaço, essa “gran cualquierparte”
(Vallejo).
quinta-feira, 28 de junho de 2018
O ECLIPSE DA DEMOCRACIA
Claudio Daniel
Domenico Losurdo, em sua recente visita a São
Paulo, realizou palestra no Sindicato dos Engenheiros sobre o centenário da
revolução russa. Losurdo, professor de História da Filosofia na Universidade de
Urbino, na Itália, e um dos mais conceituados intelectuais marxistas da
atualidade, com vários livros publicados no Brasil (entre eles, Fuga da história?), apresentou a ideia,
para alguns controversa, de que a democracia, tal como a conhecemos no
Ocidente, não seria possível sem o comunismo.
Como assim, perguntará, perplexo, o coxinha brasileiro? A democracia não
é obra do capitalismo? Não exatamente, responderia\ o autor italiano. Quando
Marx e Engels publicaram o Manifesto Comunista, em 1848, a grande maioria da
população, na Europa e nos Estados Unidos, não desfrutava de nenhum dos
direitos civis e políticos básicos que, hoje em dia, identificamos com a
democracia: as mulheres, os negros e os trabalhadores assalariados não tinham o
direito de voto, que era masculino, branco e censitário. A grande maioria da
população, portanto, estava excluída de qualquer tipo de participação política
institucional, era submetida a jornadas de trabalho extenuantes, sem direitos
trabalhistas, e praticamente não gozava do acesso a serviços públicos de
qualidade em educação e saúde.
Os negros norte-americanos eram proibidos de
casar ou ter relações sexuais com mulheres brancas, conforme uma legislação que
recordava, em muitos aspectos, as Leis de Nuremberg, do III Reich nazista, não
participavam das eleições, recebiam salários menores que os trabalhadores
brancos, não tinham acesso à universidade e eram vítimas frequentes de
linchamentos, que nos EUA tinham o caráter de atração pública: a tortura e
assassinato de negros eram vistos por centenas de pessoas, inclusive mulheres e
crianças, como se fosse um programa de entretenimento de televisão dos dias de
hoje. Conforme escreve Losurdo no artigo Revolução
de outubro e democracia no mundo, publicado no livro 100 anos de revolução russa: legados e lições (São Paulo: Anita
Garibaldi, 2017): “Para assistirem ao linchamento, as crianças podiam gozar de
um dia livre nas escolas. O espetáculo podia incluir a castração, o escalpelamento,
as queimaduras, o enforcamento, os disparos de armas de fogo. Os souvenirs para os adquirentes podiam
incluir os dedos das mãos e dos pés, os dentes, os ossos e até os órgãos
genitais das vítimas, assim como postais coloridos do evento”. Em meados da
década de 1960, os negros norte-americanos ainda estavam confinados a um regime
de segregação racial similar ao do apartheid
na África do Sul, sentavam-se em um lado do ônibus só para eles, afastados dos
bancos reservados aos brancos, usavam banheiros diferentes e eram vítimas
frequentes de ataques terroristas da organização Ku Klux Klan. Até hoje, os negros
norte-americanos não conquistaram a plena igualdade de condições em relação aos
brancos, sendo o grupo social mais atingido pela miséria e pela violência
policial nas cidades norte-americanas e ocupam a maior porcentagem entre os
presos nos EUA, estimada em 2,5 milhões de pessoas (a maior população
carcerária do mundo, dez vezes maior que a da Coreia do Norte, de acordo
informe divulgado pela ONU).
Na periferia dos países capitalistas
hegemônicos, por outro lado – na Ásia, África e América Latina – as populações
locais sofreram, ao longo do século XIX (quando foi publicado o Manifesto Comunista) até metade do
século XX, todos os horrores da ocupação
colonial ou semicolonial: saque das fontes de matérias-primas e outras riquezas
naturais como o petróleo, gás, ouro, pedras preciosas, carvão vegetal etc. --,
exploração brutal da mão-de-obra nativa, ausência de qualquer resquício de
soberania ou autodeterminação nacional, discriminação racial, genocídio (como o
praticado pelo rei Leopoldo II da Bélgica no Congo ou pelo governo britânico
chefiado por Winston Churchill na Índia).
Esta situação se manteve praticamente
inalterada até 1917, quando acontece a Revolução de Outubro, na velha Rússia
czarista, liderada pelo Partido Bolchevique de Lênin, que provoca a maior
mudança política, econômica, social e cultural do século XX. Já nos primeiros
anos do poder soviético, as mulheres conquistam o direito ao sufrágio
universal, participam do mercado de trabalho em igualdade de condições e de
direitos com os homens, ingressam nas universidades, conquistam o casamento
civil, o direito ao divórcio e ao aborto e participam ativamente da
administração pública: a primeira mulher a exercer o cargo de ministra no mundo
foi a soviética Alessandra Kolontai, no governo de Lênin. Os trabalhadores não
apenas conquistam o direito ao sufrágio universal, sem nenhuma restrição de
gênero, escolaridade ou de renda (algo inédito na Europa até então), como
passam a eleger os diretores de fábricas e fazendas e a controlar a
administração das empresas, por meio das equipes do Controle Operário, que
tinham autonomia para examinar todos os documentos de uma empresa, para
fiscalizar a gestão. O governo soviético promulgou uma nova Constituição em
1936, durante o governo de Stalin, que garantia
a plena igualdade de direitos entre homens e mulheres, brancos e negros, vetando qualquer prática racista, antissemita
ou xenofóbica. Os direitos conquistados pelas mulheres, trabalhadores e
comunidades étnicas na União Soviética só foram estendidos aos países da Europa
Ocidental a partir do final da Segunda Guerra Mundial, ou seja, trinta anos após
a Revolução de Outubro, e, em alguns casos, como nos Estados Unidos, os negros
só obtiveram plenos direitos civis a partir do final da década de 1960. A
conquista de direitos democráticos no Ocidente não aconteceu de forma tranquila,
pacífica, mas foi o resultado de greves, manifestações e lutas políticas,
muitas delas lideradas pelos comunistas. O estado de “bem estar social”
europeu, por sua vez, surgiu também no segundo pós-guerra, como resultado dos
investimentos do Plano Marshall para a reconstrução dos países europeus e
sobretudo do medo capitalista da insatisfação popular e do possível avanço da
revolução socialista na Europa Ocidental, após o seu êxito na metade oriental
do continente: tratava-se de ceder os anéis para não se perder os dedos.
A democracia burguesa e o “estado de bem
estar social”, portanto, são fatos recentes na história ocidental, têm pouco
mais de 70 anos e nada indica que sobrevivam por muito mais tempo: hoje, a democracia, tal como a conhecemos, começa a ser um
entrave para os interesses do grande capital financeiro, não apenas no Brasil e
na América Latina, mas também na Europa e nos EUA. Se antes a democracia era
condição para o desenvolvimento e estabilidade do sistema capitalista, agora
ela deixa de ser imprescindível a esse mesmo desenvolvimento, pelas crescentes
reivindicações da maioria da população, incompatíveis com a desejada
concentração de renda pelos grandes grupos erconômicos . É possível que surjam
novos sistemas autoritários, como acontece na Ucrânia, em que os interesses do
capital se sobreponham a direitos sociais históricos da juventude, dos
trabalhadores, mulheres, negros e outras camadas populares. Não será um retorno
ao fascismo clássico, da década de 1930, mas um novo fascismo high tech, baseado no modelo de economia
neoliberal, na incorporação de novas tecnologias, na destruição das políticas
públicas, na remoção dos últimos vestígios keynesianos e
social-democratas, no crescimento da desigualdade e
da exclusão social e na redução crescente dos direitos sociais, em nome do
combate ao terrorismo ou a qualquer outro “vilão” criado pelo discurso único da
mídia hegemônica, que fortalece o preconceito racista e xenofóbico contra as
comunidades muçulmanas para justificar as guerras de rapina no Oriente
Médio e a ocupação ilegal da Palestina pelas forças sionistas. Sinais preocupantes nesse sentido podem ser registrados
desde a queda da União Soviética e do bloco socialista europeu, entre
1989 e início da década de 1990: nós assistimos a uma escalada contínua de
agressões imperialistas – no Iraque, Afeganistão, Iugoslávia, Somália, Líbia,
Síria, para citarmos poucos países --, golpes de estado, como aconteceram no
Paraguai, Honduras, Ucrânia, Brasil, e a uma onda conservadora que se aproxima,
cada vez mais, do novo fascismo, como podemos verificar nas recentes eleições
nos Estados Unidos, França e Alemanha. O mundo
unipolar, regido pela lógica de mercado e pelo discurso único da mídia, é um
lugar cada vez mais perigoso e o século XXI promete ser um período de
acirramento da luta de classes, com consequências totalmente imprevisíveis.
sexta-feira, 22 de junho de 2018
BOITATÁ
fogo que mora nas águas do rio —
fogo que já foi menino
e dança nas águas do rio
fogo que dança
na lama do mangue
e mora nas águas do rio
fogo que dança
no fumos do mato
e mora nas águas do rio
ele é a cobra-menino
come-olhos-do-mundéu
protege dona cotia
dona anta, seu mutum
dona paca, seu teju
protege dona onça
seu tatu, seu jaós, seu uru
cuida de todos os bichos
todos os bichos, todos
os bichos da mata
não atice a íris-fogaréu
tição-azul-da-luz-do-lume
não irrite os escuros
do relvado, seu branco
ou ele comerá teu olho
aquele que é fogo-serpente
come-olhos-do-mundéu
osso-branco-escarra-tripa-
olho-brenha-escarcéu.
passarinho estava aqui?
passarinho caiu no chão
e virou pedra.
2018
domingo, 15 de abril de 2018
MATINTA PEREIRA
todas as flores
têm olhos
na noite funda
da mata
da mata
todas as flores
são luas
são luas
na noite funda
da mata
da mata
todas as flores
espiam
espiam
na noite funda
da mata...
da mata...
— lá vem,
lá vem ela vindo!
lá vem ela vindo!
todas as luas
são olhos
são olhos
na noite funda
da mata
da mata
todas as flores
vigiam
vigiam
na noite funda
da mata...
da mata...
— lá vem,
lá vem ela vindo!
lá vem ela vindo!
a velha-da-noite
negra-oh-negra!
negra-oh-negra!
coruja ou corvo
rasga-mortalha!
rasga-mortalha!
— cê viu, ouviu?
não viu, não ouviu?
não viu, não ouviu?
seu assobio, fiu-
fiu-de pavor, sim,
fiu-de pavor, sim,
fio-de-pavor!
— lá vem,
lá vem ela vindo!
lá vem ela vindo!
arrulho-assobio
rompe-esterco
rompe-navalha!
rompe-esterco
rompe-navalha!
— lá vem,
lá vem ela vindo,
lá vem ela vindo,
dança-dançando
com uma só perna!
com uma só perna!
— lá vem,
lá vem ela vindo,
lá vem ela vindo,
zomba-zombando
com uma só perna!
com uma só perna!
ela quer fumo
todos os fumos
todos os fumos
fumo ou peixe
fumo ou café
fumo ou cachaça!
fumo ou café
fumo ou cachaça!
— lá vem,
lá vem ela vindo,
lá vem ela vindo,
— cê viu, ouviu?
não viu, não ouviu?
não viu, não ouviu?
seu assobio, fiu-
fiu-de pavor, sim,
fiu-de pavor, sim,
fio-de-pavor!
arrulho-assobio
de medo-pavor!
de medo-pavor!
manhã de amanhã
dê fumo a matinta
dê fumo a matinta
a velha-oh-velha
com asas de corvo
com asas de corvo
manhã de amanhã
dê fumo a matinta,
dê fumo a matinta,
velha-treva-trevosa!
matita, dona coruja
gritos de gralha!
gritos de gralha!
se ela disser:
“quem quer?”
“quem quer?”,
“quem quer?”
“quem quer?”,
maninha,
nada responda!
nada responda!
se ela disser:
“quem quer?”
“quem quer?”
“quem quer?”
“quem quer?”
maninha,
nada responda!
nada responda!
“eu quero! eu quero!”
— disse a moça
— disse a moça
“eu quero! eu quero!”
— disse a moça
— disse a moça
antes de virar velha.
2018
PROGRAMAÇÃO DO LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO POÉTICA DE 17 A 20 DE ABRIL
Terça-feira, 17 de abril
20h – Introdução à Poesia (AULA 2)
Quarta-feira, 18 de abril
20h – Módulo Especial: Deus e o diabo da Comédia de Dante (aula 12)
Quinta-feira, 19 de abril
18h30 – Oficina de criação
20h -- Módulo especial: Poetas de França (Guillaume Apollinaire)
Sexta-feira, 20 de abril
Curso de Introdução ao Haicai
quinta-feira, 5 de abril de 2018
POEMA INÉDITO DE CLAUDIO DANIEL
PONTA CEGA
Para Luís Inácio Lula da Silva
Para Luís Inácio Lula da Silva
I
País tão escuro
tão pedra
e osso
ponta cega
de faca
caranguejo
que avança
para trás.
II
País tão bruto
tão fome
e fosso
onde tudo
fere fundo
tontos torpes
tramam
trevas.
III
País tão escroto
tão rato
e esgoto
rua estreita
sem saída
lesma
dissolvida
no sal.
IV
Impossível
mudar
a direção
dos ventos
fazer a lua
girar
ao contrário
molhar o sol.
V
O fogo
não vai
gelar,
nem a nuvem
percorrer
o mar,
nem o peixe
viajar no céu.
VI
Impossível
aceitar
tanto horror
tanto escuro
impossível
aceitar
tanta lama
tanto asco
aceitar
tanta lama
tanto asco
VII
Este chão de feras
poço de detritos
partitura
de confusão
e ódio
agora
será palco
de batalha.
VIII
EU RECUSO.
NÓS RECUSAMOS.
IX
Nossa voz, agora:
X
Explosão vermelha.
25 de janeiro
de 2018, após a condenação ilegal de Lula.
terça-feira, 3 de abril de 2018
SARAU DA PAZ
O SARAU DA PAZ é uma atividade cultural organizada pelo
Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz), em
parceria com o grupo Poemas à Flor da Pele, que acontecerá no dia 08 de abril, domingo,
das 19h às 21h, no Teatro do Ator, situado na Praça Roosevelt, 172, em São Paulo.
Na ocasião, haverá leituras poéticas e apresentações de música e dança árabes.
O evento acontecerá uma semana após uma data especial
do calendário palestino, o Dia da Terra, quando são relembrados os movimentos
populares de protesto contra a expropriação de terras árabes na região da
Galileia pelo regime sionista, que aconteceram
no dia 30 de março de 1976, ocasião em que seis palestinos foram mortos
pelas forças policiais israelenses.
No Sarau da Paz, dedicaremos nossa solidariedade ao
povo palestino e a todos os demais povos que lutam contra o racismo, o
colonialismo e todas as outras formas de opressão, em defesa do direito
universal à autodeterminação, liberdade e soberania nacional.
POETAS CONFIRMADOS:
Adalberto Monteiro
Akanni Alves
Cissa Lourenço
Claudio Daniel
Dora Dimolitsas
Elizabeth Misciasci
Khaled Fayez Mahassen
Marcelo Lemos
Mayara Silva de Souza
Mirian Warttusch
Paulo D’Auria
Roberto Ferrari
Sonia Regina Parmegiane
Grupo Poetas do Tietê
DANÇARINAS:
Jasmyne Zahirah
Marlene Dantas
CANTOR:
Fady Farady
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